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Segunda-Feira, 29 de Novembro 2021
2ª SP de Novembro: Parlamento debate "Transparência como Fator de Desenvolvimento".

A Bancada Parlamentar do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) chamou hoje, 24, o Primeiro Ministro ao Parlamento para falar sobre a "transparência como fator de desenvolvimento".

 

Logo após a aprovação da Ordem do Dia, Ulisses Correia e Silva fez a intervenção inicial garantindo que o país está bem posicionado nos rankings internacionais e regionais em matéria de transparência, boa Governação, liberdades políticas e civis e de perceção de corrupção.

 

De seguida interveio o Líder Parlamentar do PAICV que considerou de  “bastante preocupante a falta de transparência” do Governo de Ulisses Correia e Silva nos últimos seis anos, com consequências desastrosas para os contribuintes cabo-verdianos.

 

João Baptista Pereira criticou o poder central pelo “não cumprimento” da promessa de incrementar a eficiência e a transparência do Estado, através da melhoria da legislação e combate à corrupção.

Para aquele Parlamentar a Administração Pública “carece de ser profundamente reformada”, colocando-a verdadeiramente ao serviço do desenvolvimento, e não ao serviço de um partido político.

 

A intervenção inicial do Movimento para a Democracia (MpD) foi feita pelo Líder Parlamentar que acusou o maior partido da oposição de querer beliscar instituições do Estado com insinuações sobre falta de transparência, considerando ser também uma estratégia para descredibilizar o Governo.

 

De acordo com João Gomes, “Este PAICV escolheu a via de uma ação política ancorada numa estratégia desesperada de tentar descredibilizar o Governo e manchar a qualidade da democracia cabo-verdiana, através de contínuas iniciativas de lançamento de suspeições e insinuações, quiçá doentias”.

 

Já a comunicação de abertura da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) foi feita pela Deputada Zilda Oliveira que pediu “maior transparência” nos dados disponibilizados aos Deputados no Parlamento, apelando ainda ao Governo que faculte informações sobre atos de governação.

 

A Deputada afirmou ainda que no Parlamento, “sistematicamente” tem se assistido à sonegação de informações e partilha de documentos aos Deputados, entre outros, agravados pela resistência de vários serviços e instituições públicas.

 

Para finalizar lembrou que o Governo gere aquilo que é do povo pelo que apela maior transparência nos atos de governação por forma a permitir uma maior participação e consequentemente o desenvolvimento do país.

 

 

 

 

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