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Sabado, 11 de Julho 2020
Jorge Santos com discurso virado para História no dia da Democracia e Liberdade em Cabo Verde

O Presidente da Assembleia Nacional, defendeu hoje nas comemorações do 13 de janeiro que tempo de entregarmos aos historiadores, analistas sociais, políticos e académicos a tarefa da análise histórica deste acontecimento, na certeza de que a farão com isenção, ciência e credibilidade, pois, um povo é a sua história.

 

Para Jorge Santos: “O Cabo Verde, de hoje, pode inspirar-se na sua história para reafirmar a sua identidade e construir um futuro alicerçado em valores como o trabalho, a justiça, a liberdade e dignidade da pessoa humana e a tolerância, que são valores e princípios fundacionais do 13 de janeiro e da Constituição Democrática de 1992.”

 

Considerou ainda que, este, um 13 de janeiro muito especial, uma vez que os cabo-verdianos vivem um momento de júbilo pelo facto da nossa música rainha, a “Morna”, ter sido reconhecida como património cultural e imaterial da humanidade.

 

E, a anteceder a cerimónia comemorativa do Dia da Liberdade e da Democracia, houve um interlúdio musical, que serviu de pretexto para homenagear a morna, recentemente consagrada como património Imaterial da Humanidade.

 

Para o efeito, foram convidados, Albertino Évora, Ana Azevedo, Palinhe Vieira, Adão de Brito, Edson de Brito, Henrique Tavares e Manel de Candinho, que interpretaram canções que alimentam o género mornístico, isto é, o amor, a partida, enfim, executadas em rapsódia. 

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