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Quinta-Feira, 12 de Dezembro 2019
PGA: Oceanos e democracia em tons fortes no discurso de Jorge Santos no encerramento

O Presidente da Assembleia Nacional, proferiu hoje, o discurso de encerramento do 41º Fórum dos Parlamentares para Ação Global, evento que, pela primeira vez na sua História, foi realizada num antigo domínio colonial português, qual seja, Cabo Verde, um pequeno país arquipelágico que goza de excelente posição no Atlântico Médio com bases sólidas assentes num exemplar processo democrático, fazendo dele uma referência internacional.

 

Por isso, a escolha destas ilhas para acolher tal encontro internacional, não deixou indiferente nem as autoridades nem a sociedade civil nem tampouco as autoridades nacionais, que tal como fez notar Jorge Santos, aludindo às grandes temáticas que nortearam a reunião da Praia, começou por dizer que no caso da democracia: Não se pode esquecer que há menos de 40 anos, o mundo se encontrava profundamente dividido entre regimes totalitários e liberais.

 

Recordou que que: “Em 1990 menos de metade dos países do globo tinham regime democráticos. Hoje a relação de forças é completamente diferente. A adoção de sistemas democráticos de governo é cada vez mais consensual e os países formalmente de regime totalitário vão-se desaparecendo. Os progressos atuais da democracia são evidentes, mesmo reconhecendo que ainda são inúmeros os desafios que a humanidade enfrenta.

 

Outro grande desafio nos dias que correm, nas suas palavras, tem a ver com a transformação dos oceanos numa estrada principal para a circulação de tráficos ilícitos, nomeadamente de drogas, de armas e de pessoas, para além de continuar a ser espaços de piratarias as mais diversas, pondo em causa a segurança e desafiando os estados a conjuntamente encontrarem os mecanismos de proteção dos mares, numa ação cooperativa contra os crimes transnacionais.

 

No caso concreto, reafirmou que: “Cabo Verde tem travado um forte e permanente combate contra os tráficos ilícitos no Atlântico Medio, com resultados positivos e reconhecidos pelas agências especializadas internacionais, principalmente das Nações Unidas. No entanto têm evidenciado as nossas fragilidades e a necessidade de uma ação cooperativa e internacional por forma a manter o oceano e rotas seguras, onde a economia formal e lícita possa desenvolver.” 

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